terça-feira, 31 de maio de 2016

Como eu hoje estou virada...

para a leitura e para a escrita, resolvi pôr-me ao corrente de tudo o que é polémica, então não é que o José Cid disse há uns anos atrás que o povo transmontano era, entre isto e aquilo, feios e desdentados e que deveríamos fazer um muro tal como a muralha da china a separá-los do resto do pais? Certo é que já o disse há algum tempo, mas estava gravado e repetiram o programa no canal Q, que antigamente nem toda a gente tinha, agora a coisa muda de figura, pior o Nuno Markl, pessoa tão apregoador do respeito pelos animais ( acho eu que até em algum exagero) só ria, nunca evitando ou desmentindo as palavras estúpidas do Cid. Também vi ontem e também não gostei, pessoas que vivem de todos nós, que lhes damos dinheiro a ganhar, a dizer mal de todos nós?
Agora o Cid pediu desculpa, a ex-mulher do Nuno veio em sua defesa, mas o mal está feito. Cancelaram alguns concertos do Cid e o descrédito ficou...Temos pena.
Não gostei. Tudo o que é exagero, teorias extremas, a mim faz-me mal.

Resultado de imagem para cid e markl

pois...



5 comentários:

  1. Estou contigo!

    Eu adoro os transmontanos!

    Beijinhos.

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  2. Tendo uma costela transmontana e sendo o meu pai transmontano, não gostei, mas não levei a sério, nem fiquei zangada.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. uma polémica completamente disparatada umas vez que esse programa já foi gravado há anos... O Cid é um tonto do pior!

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  5. Marinamiga

    O Cid foi parvo - isso não se discute; ou talvez descuidado. Mas já passaram seis anos. Não quero branquear a questão, mas já cheira mal de tanta celeuma e repetição.

    O "culpado" de aqui chegar foi o "malandro" do Ruiamigo da Fonte; mas gostei, por isso fiz bem em vir...



    Olá!

    Depois de enormes confusões, de muitas decepções de várias ocasiões de desespero e na alternativa de me suicidar, que não me pareceu muito saudável, decidi continuar – e por isso aqui estou.

    Pensei tomar 25 gramas de raticida diluído em ácido sulfúrico, com umas pitadas de arsénico; simultaneamente cortaria os pulsos e atirava-me da ponte 25 de Abril e durante a viagem até chegar ao Tejo daria um tiro na mioleira; como complemento e para ficar seguro de que não o meu cadáver ficaria absolutamente falecido, e na mesma altura enforcava-me. Sair-me-ia caríssimo. Desisti.

    Por isso repito o que venho dizendo muito empenhado (já nem tenho cotão nos bolsos): A Nossa Travessa está à disposição total, inultrapassável e inadiável. É http:///anossatravessa.blogspot.pt onde fico à espero de muitas visitas e muitos comentários. Obrigado

    Qjs (queijinhos) = (beijinhos)


    Leãozão

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