quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Preconceito...

Uma palavra em que tenho pensado nos últimos tempos...
Existem diversos tipos de preconceito, preconceito racial, sexual, linguístico, religioso e social.
Já tenho dito aqui diversas vezes que não tenho qualquer tipo de preconceito, nenhum. E detesto qualquer um, mas odeio especialmente dois tipos de preconceito.
O preconceito social.
O preconceito de classe social está relacionado ao poder aquisitivo, ao acesso ao rendimento ou à posição social, ao nível da escolaridade, ao padrão de vida, que está presente no dia-a-dia das pessoas.
Ninguém tem o direito de se achar mais que alguém, nem valorizar-se por isso, cada um tem as suas oportunidades e claro todas diferentes de todos.
O preconceito sexual.
Custa-me mesmo muito ouvir piadas, acerca da preferência sexual de cada um, até posso brincar com a situação, até com a própria pessoa, que há quem brinque, mas preconceito a sério a ponto de ofender...
Ainda agora, ri com o Manuel Luis Goucha, que todo o tipo de nomes lhe chamam, e eu aprecio-o tanto, esta semana ensinou um fulano que lhe escreveu no facebook que ele era "panuleiro", e ele ensinou que  o que muita gente dizia era paneleiro
Porquê que as pessoas têm a mania que são mais que as outras só porque sim?
É contra estas coisas que eu me manifesto, gostava efectivamente de viver num mundo bem melhor, e faço a minha parte, assim todos fizessem!!

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3 comentários:

  1. Detesto preconceitos! Grande exemplo o do Manuel Luís Goucha ao mostrar-se superior a essa gente que o critica.
    Beijinhos

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  2. Concordo plenamente contigo!... A palavra preconceito significa: ter um conceito prévio, formado na nossa cabeça, sobre algo ou alguém, conceito esse que não corresponde verdadeiramente à realidade. As pessoas preconceituosas em vez de viverem a sua vida, passam a mesma a criticar alguém. Essa pobreza de espírito é completamente repreensível.
    Conheci o Goucha há uns anos atrás e posso dizer que ele é uma pessoa normal, de carne e osso, como qualquer outra pessoa. Não é melhor, nem pior do que qualquer outro ser humano. Quanto às escolhas que faz, dizem respeito apenas a ele. Julgar para quê?...

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  3. Ele foi um autêntico senhor! Esteve muito bem!

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