terça-feira, 26 de agosto de 2014

Palavras que podiam ser minhas!

 Este pequeno texto veio parar-me às mãos, que supostamente a Merryl Streep escreveu, e gostei tanto, concordo tanto...
"Já não tenho paciência para algumas coisas, não porque me tenha tornado arrogante, mas simplesmente porque cheguei a um ponto da minha vida em que não me apetece perder mais tempo com aquilo que me desagrada ou fere. Já não tenho pachorra para cinismo, criticas em excesso e exigências de qualquer natureza. Perdi a vontade de agradar a quem não agrado, de amar quem não me ama, de sorrir para quem quer tirar-me o sorriso. Já não dedico um minuto que seja a quem me mente ou quer manipular.
Decidi não conviver mais com pretensionismo, hipocrisia, desonestidade e elogios baratos. Já não consigo tolerar eruditismo selectivo e altivez académica. Não compactuo mais com bairrismo ou coscuvilhice. Não suporto conflitos e comparações. Acredito num mundo de opostos e por isso evito pessoas de carácter rigido e inflexivel. Na amizade desagrada-me a falta de lealdade e a traição. Não lido nada bem com quem não sabe elogiar ou incentivar. Os exageros aborrecem-me e tenho dificuldade em aceitar quem não gosta de animais. E acima de tudo já não tenho paciência nenhuma para quem não merece a minha paciência."
Meryl Streep

É que se eu tivesse conseguido escrever desta maneira, tinha sido eu a escrever este texto, é que é exactamente isto que eu sinto, tão, mas tão eu...

Let's be happy!!!

12 comentários:

  1. É um texto que anda pelos mails e facebook há muito!
    Um texto cheio de sabedoria!

    Abraço

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    1. Que só agora por cá me chegou, se calhar porque estou a chegar à fase da sabedoria!
      beijinho

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  2. Já conhecia. E acho fantástico. Estás a ver, nem somos assim tão diferentes. Também podia ter sido eu a escrever este texto.

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    1. Mas eu nunca te disse que éramos diferentes, certo?
      Tornámo-nos amigas por termos muito em comum, certo?Não temos que ser iguais, pois não? Até porque não há pessoas iguais, temos é de nos aceitar uns aos outros, mesmo com as nossas diferenças, e aí é que está a dificuldade!!!
      Sabes às vezes parar para pensar é tão bom, e eu nos últimos dias tenho pensado muito, muito mesmo!
      Beijo

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  3. Tuas... minhas... e de todos os que vão chegando à tal fase da vida em que só damos importância àquilo que é verdadeiramente importante.

    Beijinhos Marina... e que nunca percas essa centelha de positivismo que é tão característica em ti!
    (^^)

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    1. Obrigada, mesmo, acho que cheguei a essa fase da minha vida!
      Estou a tentar não perder essa centelha, mas às vezes não é fácil!!!
      Beijinho

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  4. Isto chama-se ser sincera com ela mesma. E com o mundo.

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  5. Ou minhas....acho que a sabedoria vai aumentando com a idade..e só lamento o tempo que perdi no passado com algumas das coisas das quais me libertei...!
    Bjs
    maria

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  6. Também já partilhei esse texto que tanto tem a ver comigo!

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  7. Ahahahahahahahah:)
    "Decidi não conviver mais com pretensionismo, hipocrisia, desonestidade e elogios baratos" ahahahahahah:)

    Esta Meryl é uma copiona:) é claro que podia ter sido eu a escrever tudo isto:) já chegeui a estas conclusões todas...escusava era de ter doído tanto...jinhoooooossss..."biste"?! Não estás sozinha!

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  8. Minha querida amiga, o texto (que há muito corre na net), é fantástico e merecedor de partilha e leitura. No entanto, isto na net nem tudo o que (a)parece é, e quero informar que o referido texto não é da autoria da MS.
    Aliás, acho que a referida actriz nem se dava ao trabalho de perder tempo em escrever o que pensa e o que sente com certas coisas...
    Já não me lembro quem é o autor do texto (que segundo me parece até é um português ou brasileiro... não me recordo), mas, se fizer uma busca na net relativamente ao assunto, facilmente dará com ele, e com outros textos e afirmações, referenciados muitas vezes como sendo de determinados autores que afinal... não são.
    Como diz o outro: «é aos montes»

    Tudo de bom.

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  9. O autor deste texto é um português, de nome José Micard Teixeira, que se dedica, entre outras actividades, à escrita de livros de auto-ajuda. Segundo ele, o texto passou a ser erroneamente atribuído à actriz Merryl Streep, e partilhado de forma viral nas redes sociais, após ela sobre o mesmo ter comentado: "Words I live by".

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