quarta-feira, 4 de junho de 2014

Ele há coisas...

engraçadas, o meu pai está velhote e há coisas que não lhe digo, como é óbvio, nem à minha mãe, e como já contei aqui escrevi uma história para o blogue 77 palavras e a escritora Margarida Fonseca Santos pediu autorização para ler a mesma na Rádio Sim, isto já há algum tempo.
Hoje quando cheguei a casa ligou a minha mãe como é hábito, a dizer que uma amiga minha tinha falado sobre uma Marina Maia da Castanheira seria eu?
É que não me passou pela cabeça que o meu pai ouvia a Rádio Sim e que ouvia o meu nome, ah, ah, ah!!!
Lá lhes estive a contar a história, e os velhotes acharam muita graça! E eu também!!!
Faz precisamente hoje um ano!!!!Por isso repetiram a história, só pode...
Aproveito aqui para vos aconselhar a ler o seu último livro!!!

Esta é uma história sobre a dor crónica, esse mal constante e invisível, que afeta tantas pessoas. É igualmente um livro terapêutico, onde os caminhos e as estratégias para lidar com problemas de saúde crónicos se revelam a cada passo. É, sobretudo, um livro com esperança por dentro.
Leonor é uma mulher a braços com uma doença crónica, que, durante muito tempo, a deixa sem saber como avançar para lá das dores, sem saber como conviver com o cansaço da dor e com a dor do cansaço. Leonor vê a sua vida espartilhada por condicionantes que influenciam o dia-a-dia, nas mais pequenas coisas, mas também o futuro.
É através da ajuda dos amigos e de uma relação equilibrada com o seu médico que reencontra uma vida a que pode chamar sua, onde a felicidade e o empenho no trabalho passam a ser uma realidade concreta, possível e enriquecedora, uma vida onde a dor deixa de ser o centro


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