quinta-feira, 12 de julho de 2018

Um turbilhão...

Um turbilhão de sentimentos é o que me vai no coração, aliás em todo o corpo. Como vos tenho dito tenho respondido a alguns anúncios de emprego mas apenas na minha área, administrativa, sempre com o pensamento que se nada aparecesse no inicio do próximo ano partiria para qualquer emprego desde que fosse aqui na área e de preferência em horário diurno sem turnos. Sinceramente não tinha grande fé até porque de Março até agora nem uma resposta recebi, resposta tipo recebemos o seu email tatata...até porque só tenho mandado mails, nada de ir a empresas de trabalho temporário, que são as que agora arranjam emprego para a maioria das pessoas e já tinha dado este ano como um ano sabático, em que descansava, dormia e andava a fazer coisas que gosto. Certo que tenho feito tudo isso, mas como não tinha respostas, ás vezes vinha um "medo", de ainda ter de voltar para o call center, não que não gostasse, mas a distância, o cansaço, as vendas, enfim quatro anos chegaram. Mas contrariamente a tudo isto ontem recebi um telefonema de uma empresa de trabalho temporário onde me inscrevi há cerca de cinco anos, a perguntar se ainda estava interessada em trabalho, disse-lhe que agora sim novamente estava. Ofereceram-me uma entrevista, disseram-me as condições e que se eu quisesse ia hoje a uma entrevista. Disse que sim queria a entrevista. Fiquei à espera de marcação. Um pouco mais tarde num grupo do facebook do qual faço parte aparece um anuncio parecido, respondi, não perdia nada. mandei currículo e ligaram-me logo depois com as condições, mas tinha dois turnos e resolvi recusar a entrevista. À noite já outro anuncio no facebook, nova empresa trabalho temporário, nova oferta, pareceu-me boa mandaram-me o local e a hora da entrevista, será amanhã ás onze e meia da manhã. Ora bem no mesmo dia três ofertas para administrativa/recepção de logísticas.
Bem teria duas entrevistas amanhã. Mas hoje ás dez e meia ligam-me da primeira empresa se podia ir hoje ao meio dia a entrevista. Claro, fui.
Adorei a entrevista, tudo o que eu queria mesmo, o entrevistador diz-me no fim que gostou muito da minha atitude e quando eu estaria disponível para ir trabalhar, nem sabia o que dizer... e as férias em Agosto com o meu marido? E o meu aniversário em Outubro que já reservei os voos e já os paguei? E o meu ano sabático? Respondo de imediato quando quiser. Segunda feira pode ser? Claro que sim.
Fico completamente eufórica, feliz, em estado de loucura mesmo. 
A minha mãe tinha ficado no carro à minha espera porque fez questão de me acompanhar, chego ao pé dela muito feliz ao telefone com o meu marido.Viemos embora. Diz-me ela que devíamos ir à Avipronto, um matadouro de frangos onde se compra carne de frango, peru, pato, etc. Mas já passámos o sitio, espera eu faço inversão de marcha, vinham dois camiões, e quando passam entro na nacional nº 3 a toda a velocidade invertendo a marcha, de repente um estrondo enorme, vidros partidos, olha para o meu lado esquerdo e está um carro vermelho que eu nem tinha visto. Mãe a chorar e a perguntar o que aconteceu, eu já a sair do carro e diz-me o homem, a Srª não me viu? Se eu tivesse visto não me tinha batido, o Sr. está bem, certo? Nós também estamos. Agora vamos resolver o resto. 
O dele...


 O meu...

O meu nada só uns riscos, o dele, luzes partidas e...
Amanhã conto-vos o resto...

2 comentários:

  1. Oh caraças Marina. Calma mulher hehehehehe beijinho muito grande

    ResponderEliminar
  2. Meu Deus,turbilhão e grande! Mas o pior,foi a "batidela". Que bom,arranjar trabalho, e apareceu tudo de repente!Ahahahahahah!

    ResponderEliminar