quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Um dia diferente...

E bem cedo lá fui buscar a mãe e fomos para as urgências do Hospital, estacionei e fui buscar uma cadeira de rodas e tirámos senhas e ela foi chamada à triagem, senha verde, duas horas de espera. esperámos três. Foi vista por um ortopedista que mandou fazer radiografia à zona que ela se queixava nas costas ou ancas, depois medicamentos intravenosos, quando acabaram fomos outra vez ao médico que decidiu tirar liquido ao joelho e infiltrar um medicamento, procurou, procurou e não havia no hospital, estranhei a procura e brinquei não me diga que tenho de ir à farmácia comprar, e ele responde-me sim. Contou-me que trabalha no Hospital dos Açores, no Faial e que lá existe esse medicamento, mas ...ok  Dr. passe a receita que eu vou comprar. Fui pagar estacionamento, fui à farmácia, trouxe o medicamento e o médico desapareceu do consultório...há discussões paralelas noutros consultórios, pessoas fartas de esperar, médicos que falam mal para os doentes, doentes que batem com as portas, enfim segurança põe toda a gente na sala de espera geral e eu não tenho como dizer ao médico que já tenho o medicamento, vou pedir apoio ao Gabinete de apoio ao utente que me garante que quando o médico chegar lá de cima (seja onde for) que me chama. Espero uma hora e nada. Volto ao gabinete e a Srª acompanha-me ao dr. que já lá estava e que me manda trazer a mãe. 
Enfia-lhe uma agulha no joelho para tirar liquido, saiu muito pouco, ele concluiu que a artrose é demasiado grande e não há liquido, começa a sair sangue e eu sinto-me ligeiramente mal, um médico obriga-me a sentar-me de longe, mas eu fiz questão de ver tudo, então enfiou o liquido no joelho da mãe, ela fica um pouco deitada. fica bem e passa os mesmos medicamentos, eu digo-lhe que se a coisa correr mal vou ao Faial ter com ele e despedimo-nos a rir. A mãe parecia mais aliviada, ele garante que a mãe vai andar melhor.
Entretanto tinha telefonado para a secretária da cirurgia e disse-lhe que estava lá e ela diz-me para antes de sair ir ter com ela. Fomos, foram super simpáticas, o Médico que vai operar a mãe estava lá mas em reunião, eu vi-o. Dizem-me que a operação da mãe já está marcada, dia 14 de Novembro, mas que antes vão-nos contactar para uma consulta de vida e saúde, algo do género. Mas que será em breve. Viemos tão aliviadas, mas tão bem. A mãe quis sair da cadeira de rodas e ir com a sua bengala até ao carro e foi muito melhor. Fomos lanchar/almoçar eram cinco e trinta e cinco da tarde. Deixei-a em casa para ir descansar, com as vizinhas a quererem saber dela. cheguei a casa tomei banho e adormeci. marido chamou-me e jantámos. Estou exausta. Vou deitar-me cedo.

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Amanhã conto-vos mais coisas...
Até amanhã!

1 comentário:

  1. Que Odisseia Marina!
    É preciso ter uma paciência e uma determinação de ferro para se aguentar com isso tudo e ainda rir no final!
    As melhoras para a tua mamã....
    Beijinhos para Ti
    (^^)

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