segunda-feira, 8 de junho de 2015

Relativizar...

Ora vamos lá iniciar a semana a relativizar a insatisfação que as minhas amigas, que me seguem, possam sentir. De que vos serve andar sempre insatisfeitas com a vossa vida?
Conseguem melhorar por andar sempre a pensar no mesmo e a sofrer por isso?
Acham que vale a pena o tempo de vida que temos, com tantos problemas diários, que ainda os tornemos piores, com pensamentos negativos?
Relativizem, se necessário fôr, durante um dia dediquem tempo a esse ou aquele pequeno problema que vos faz pensar mais nele, ou querer mais, mas no dia seguinte, tentem avaliar a situação e verificar o quanto a vida pode ser boa, sem essa luta constante.
Objectivos todos temos, mas dizer que somos infelizes, vale a pena? A felicidade são momentos, pequenas coisas, pequenos instantes que somados fazem de nós aquilo que somos!
Mas eu entendo que não o queiram fazer, esta é a minha opinião, vale o que vale, não é uma obrigação para todos! Saber entender opiniões diferentes também é um passo em relação à felicidade!!!
SEJAM FELIZES, VALE A PENA CADA DIA MELHOR!!!


BOA SEMANA!!!

5 comentários:

  1. Uma boa semana!
    e um beijinho
    (e vou tentar relativizar mais)

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  2. Uma boa semana!
    e um beijinho
    (e vou tentar relativizar mais)

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  3. E eu concordo contigo! :)
    Beijinhos,
    Boa semana

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  4. Excelente semana para ti tambem,feliz mês de Junho,muitos cumprimentos e até breve!!

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  5. Relativizemos, então.

    Marina, há já muito tempo que adoptei uma postura diferente perante a vida. Comecei a usar o sentido de humor. A não me levar a sério. E nesta mistura encontrei-me. Por muito estranho que pareça adoptei esta atitude depois de ter passado por duas situações terríveis na minha vida. A morte da minha mãe, e o facto de me terem sido diagnosticados 3 miomas. Recordo-me da minha expressão quando me deram a notícia. Foi mais ou menos esta: são logo 3, e todos para mim, haja fartura. Entretanto respirei e rematei, bom, são benignos, venha a intervenção cirúrgica que a malta aguenta. Aguentei até o facto de a partir daí não ser possível ter filhos. Não fiquei azeda, antes pelo contrário. Fiquei com o sentido de humor mais apurado. Não sei explicar porquê, mas neste momento é muito difícil alguém me deitar abaixo. Posso ficar triste, mas ir-me abaixo, não. A tal história de que, se a vida nos rouba umas coisas, nós temos o dever de as substituir por outras. Substituir nem será o termo correcto, mas dá para perceber o que quero transmitir.

    Beijinho e um bom feriado :)

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