terça-feira, 14 de maio de 2013

Nadar...
Pois que foi bom! A piscina não tem pé, tem em todo o lado dois metros de profundidade, portanto só deixam as pessoas utilizarem, depois de comprovarem que as pessoas sabem nadar, que se aguentam durante cinquenta metros, sem ir ao fundo, eh, eh!
Então lá fiz o teste, nadei os cinquenta metros, e fiquei a nadar mais meia hora mais ou menos, para não me sentir muito cansada, pois já há mais de um ano que não nadava. Ficou a doer-me um pouco o meu ombro, porque tenho uma tendinite, mas vai melhorar. Fiquei cansada, mas satisfeita, feliz!!
Agora é só continuar.
Tenho estado aqui pela net a ler as noticias e hoje não se fala de outra coisa que não seja a Angelina Jolie e a mastectomia dupla a que se sujeitou por ter 87% de hipóteses de ter cancro da mama. Uns acham bem outros não, o que acham vocês? No lugar dela fariam ou não?
Acho que por cá também se faz este tipo de intervenção há bastante tempo.


11 comentários:

  1. Oh Meu Deus nem sei...já tinha lido e...nem sei o que faria.

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  2. Nadar é bom, é muito bom...
    Quanto à Angelina, acho que foi uma mulher de coragem, muita coragem!

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  3. Pois fizeste muito bem!!!!
    Da Angelina Jolie acho um acto de coragem fabuloso, 87% é uma probabilidade demasiado grande para correr o risco, eu acho que faria o mesmo, sinceramente, e não tenho, de todo, a possibilidade económica que ela tem de fazer uma reconstrução daquelas bestiais que nem se vai dar pela diferença!!!

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  4. Nadar é fantástico! :)

    Quanto à Angelina, é preciso ter coragem para fazer o que ela fez.
    Mas se tinha 87%, acredito que fez bem!
    Tudo pela saúde!

    Beijinhos

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  5. Hoje andei tão ocupada que só soube agora por ti! Eu não faria, mas conheço que tem precisamente a opinião contrária e o faria por certo!
    Que bom dia com piscina e tudo eu também adoro nadar!
    Bjs
    Maria

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  6. Com uma espada a dizer 87% pronta a cair-me em cima? Claro que fazia...se acho corajoso da parte dela ? Claro que sim! Mas ainda acho mais corajoso aquelas que o fariam mesmo sem ter dinheiro para a reconstrução, olha como seria o meu caso por exemplo.

    Continuação de boas braçadas na VIDA Marina:)))))


    Jinhosssssss

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  7. Eu acho um acto de coragem, a saúde está sempre em primeiro lugar!

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  8. Cada um sabe de si mas a Angie sempre deu a entender que se preocupava imenso com essa probabilidade. A morte da mãe foi marcante e a doença um estigma genético. Até mudou de forma de pensar, começou a dar mais aos outros e a perceber que, afinal, queria ter uma família, antes que ela mesma pudesse morrer ou perder o útero antes de conseguir a maternidade.

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    Respostas
    1. E como ela no seu trabalho de voluntariado já viu miséria pior, crianças mutiladas e a viver em condições piores, creio que o contacto com essas realidades coloca tudo em perspectiva. Custa mas está equiparado a outras perdas presenciadas. É uma decisão lógica.

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